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O que fazemos

Ação Encontro

Os programas e projetos da Ação Encontro têm como objetivo oportunizar educação, cultura, formação para o mercado de trabalho e ajudar as pessoas, crianças e adolescentes a se tornarem protagonistas da sua própria história.

No momento, a Ação Encontro atende mais de 120 pessoas, entre crianças, adolescentes e adultos em atividades como reforço escolar, oficinas de artesanato, brinquedoteca, capoeira, informática, curso de panificação, corte, costura e qualificação profissional em varejo. Além disso, estimula a criação de associações para geração de renda e qualifica para melhorar o nível de empregabilidade.

Raí de Lima Pinto, 17 anos,

Antes de vir para a Ação Encontro eu tinha problemas com meu comportamento e tirava notas ruins. Aqui na unidade aprendi diversas oficinas entre elas capoeira, hip hop e street dance, das quais gostei muito. O trabalho feito pela entidade me motivou a aprender muito e conhecer novos desafios. É uma troca de conhecimentos. Os educadores são como pais e mães para mim. Quando iniciei a fazer as oficinas aprimorei minhas qualidades e melhorei minhas dificuldades.

Raí de Lima Pinto, 17 anos, participa das oficinas da unidade há 10 anos

Colégio Sinodal da Paz

O Colégio Sinodal da Paz, é a prova que a ABEFI tem conhecimento e capacidade para administrar com sucesso uma instituição de ensino e de educação de crianças e adolescentes. Como unidade filantrópica, são oferecidas bolsas de 50 e 100% para alunos sem condições financeiras, totalizando 35,64% de gratuidade.

Atualmente, figura entre as melhores instituições educacionais de Novo Hamburgo, com ensino de qualidade e responsabilidade. O crescimento do colégio é contínuo, sempre oferecendo aos seus alunos as melhores oportunidades em estrutura e qualificação de professores.

Escola de Educação Infantil da Paz

Situada no bairro Industrial, atende cerca de 145 crianças de quatro meses a três anos, em turno integral. A escola oferece alimentação de qualidade, higiene, trabalhos para desenvolver motricidade e recreação. A prioridade são as famílias de baixa renda, para potencializar o trabalho das crianças na infância.

Além disso, realiza um trabalho com as mães, orientando profissionalmente nos cuidados básicos dos primeiros anos das crianças. Este trabalho é preventivo, socializa e prepara as crianças para a primeira série do ensino fundamental.

Carine Martinez Soares, 27 anos, com sua filha Lais

"Tenho uma grande caminhada de Abefi. Iniciei meu trabalho na escola com um estágio de auxiliar de professora e depois me formei. Há 6 anos trabalho como professora e gosto muito desta escola que é tranquila, aconchegante e de boa qualidade de ensino. Minha filha Lais, de 2 anos, tem a oportunidade de estudar aqui e, ao mesmo tempo, consigo acompanhar de perto o trabalho realizado como professora e mãe. Criei um vínculo com a Abefi. Tenho orgulho de ter feito parte das mudanças, do crescimento e da evolução do trabalho."

Carine Martinez Soares, 27 anos, com sua filha Lais professora do berçário

Lar Padilha

Desde 1978, o Lar Padilha desenvolve um trabalho diário para reconstrução de sonhos de crianças e adolescentes de 5 a 17 anos que estão em situação de risco pessoal e social, ajudando-os a formar a sua cidadania. Para isso, a instituição conta com uma equipe técnica qualificada e educadores capacitados com objetivo de reintegrar os abrigados à sociedade e, especialmente, ao convívio familiar. Localizado em Taquara num lugar bonito e inspirador, hoje atende cerca de 75 crianças e jovens.

O Lar oferece abrigo, alimentação, lazer, esportes, saúde, reforço escolar, formação religiosa, atendimento psicológico com o programa de reinserção familiar, e ainda, proteção conforme as leis do Estatuto da Criança e do Adolescente. Entre as oficinas desenvolvidas estão música, informática, teatro, horta, formação religiosa, capoeira e artesanato.

S. D. do N. S., 11 anos

"O que eu mais gosto no Lar Padilha são os meus amigos e os educadores. Adoro brincar, jogar bola e pular corda. Quando crescer, quero ser fotógrafa e ter uma vida melhor quando voltar para casa."

S. D. do N. S., 11 anos acolhida pelo Lar Padilha.

Acolhimento República

Com objetivo de não entregar o jovem prestes a completar 18 anos à sociedade sem um rumo certo, cria-se a unidade Acolhimento República. Preocupados com os jovens que não possuem famílias para se reencontrar, a entidade proporciona um espaço durante um ano e meio para os adolescentes que saem dos abrigos, ajudando-os a se colocar no mercado de trabalho e continuar seus estudos.

A ideia é preparar o jovem para que ele consiga autonomia e esteja apto a seguir com dignidade o seu caminho, enfrentando os desafios da vida adulta em sociedade. Para isso, o jovem é ensinado a lidar com as tarefas domésticas, além de conciliar com o estudo e o trabalho. Seis meses antes da mudança, os jovens iniciam um curso de culinária, para que sejam responsáveis pelo preparo do próprio alimento.

Abrigo João e Maria

Surge em 1968, o Abrigo João e Maria, que originalmente se chamava Lar Adalgisa da Silva. Atualmente, a ABEFI possui um convênio de parceria com a Prefeitura Municipal de Novo Hamburgo para a administração da entidade. O abrigo atende cerca de 25 crianças de três a 12 anos incompletos, em risco social e pessoal, cumprindo as medidas de proteção previstas no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

O trabalho consiste em promover todo cuidado com a criança - saúde, educação, lazer e atividades extracurriculares como psicoterapia, psicomotricidade e oficinas de convivência. Parte do serviço oferecido é voluntariado e outra parte é da rede pública.

Abrigo Municipal Construindo Novos Sonhos

O Abrigo Municipal Construindo Novos Sonhos de Esteio, é uma organização não governamental que atende diariamente crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social e pessoal. Estes espaços oferecem acolhimento provisório para crianças e adolescentes afastados do convívio familiar por meio de medida protetiva de abrigo (ECA, Art. 101), em função de abandono ou cujas famílias ou responsáveis encontrem-se temporariamente impossibilitados de cumprir sua função de cuidado e proteção. O Abrigo tem capacidade para atender 20 crianças e adolescentes (meninos e meninas) de zero a 18 anos.

Casa de Acolhimento Lar do Menino

Há 25 anos a Casa de Acolhimento Lar do Menino tem seu trabalho baseado em acolher, proteger e atuar no desenvolvimento de cerca de 20 adolescentes, entre 11 e 18 anos, em situação de vulnerabilidade e risco social, de acordo com o Estatuto da Criança e Adolescente (ECA).

Os meninos chegam com poucas referências relativas à comunicação com família biológica, documentação e escola. Devido à necessidade, a casa de acolhimento auxilia os jovens a fazer seus documentos, promove a inclusão escolar, encaminha para cursos profissionalizantes, além de ajudar na busca do primeiro emprego. Na rotina diária é servido café da manhã, almoço, lanche da tarde, janta e lanche da noite, totalizando uma média de 3.000 mil refeições mensais para os adolescentes.

A equipe trabalha unida para desmistificar o preconceito em relação aos meninos, oferecendo atenção, amor, apoio, carinho e auxílio no crescimento e formação de cidadãos conscientes de seus direitos e deveres. A intenção é garantir a permanência no mercado de trabalho, a formação de uma família e vivência digna perante a sociedade.

J. R. O., 17 anos,

"Na minha opinião a Casa de Acolhimento Lar do Menino é importante na medida que auxilia nós adolescentes na entrada ao mercado de trabalho, com inserção em cursos profissionalizantes. Mas acima de tudo é importante pelo suporte oferecido aos meninos na forma de alimentos, higiene, acompanhamento com o psicólogo e o pedagogo."

J. R. O., 17 anos, acolhido pela Casa de Acolhimento Lar do Menino.

Casa do Acolhimento Anjo da Guarda

Com o aumento da demanda de crianças encaminhadas para o albergue municipal, surge em outubro de 1992, a Casa de Acolhimento Anjo da Guarda, na época denominada Casa de Passagem Anjo da Guarda. Pioneira gaúcha no atendimento especializado de bebês, o local atende 20 crianças de 0 a 12 anos, servindo de referência de trabalho para outros municípios.

O acolhimento é provisório e excepcional para crianças e adolescentes de ambos os sexos, inclusive aquelas com deficiência, sob medida de proteção Art. 98 do Estatuto da Criança e do Adolescente e, em situação de vulnerabilidade pessoal e social, cujas famílias ou responsáveis encontram-se temporariamente impossibilitados de cumprir sua função de cuidado e proteção.

As crianças são inseridas na escola e tem atendimentos fora da casa de saúde, psicológico e participação em oficinas voluntárias. A casa conta também com oficinas de dança, capoeira e hora do conto, oferecidas por uma equipe de voluntários que vão até a entidade.

G. V. M., 11 anos

"Gosto de jogar futebol, uno e outros jogos com meus amigos na casa. Eu faço capoeira toda semana. Eu adoro desenhar."

G. V. M., 11 anos acolhido pela Casa de Acolhimento Anjo da Guarda

Casa do Acolhimento Bom Pastor

Criado nos anos 80, para suprir as demandas do município de Novo Hamburgo, a Casa de Acolhimento Bom Pastor oferece acolhimento e proteção às pessoas, a partir dos 18 anos, em situação de vulnerabilidade, promovendo o fortalecimento do vínculo familiar, cidadania, reinserção social e autonomia.

A proposta da casa é garantir acolhimento e atendimento adequado, intervir através de equipes profissionais no diagnóstico e acompanhamento às famílias, realizar os encaminhamentos necessários que possibilitem a reinserção familiar e comunitária.

O espaço conta com uma equipe ampla que se divide nas 24 horas do dia para dar suporte em diversas atividades como refeições, banhos, auxílio pedagógico, encaminhamento aos serviços saúde, da rede de Centro de Atendimento Psicossocial Álcool e Drogas e Centro de Atendimento Psicossocial Saúde Mental, além de encaminhamento para documentação e benefícios previdenciários, entre outros.

EMEI Vila das Flores

Situada na Vila das Flores no bairro Canudos, a escola que leva o mesmo nome EMEI Vila das Flores, foi inaugurada oficialmente no dia 13 de maio em solenidade com a presença do ministro de Estado da Educação, Henrique Paim. Entretanto, os atendimentos na escola iniciaram no dia 19 de maio, oferecendo educação para crianças da faixa etária de 0 a 5 anos, em situação de vulnerabilidade social. A Abefi administra a escola em parceria com a Prefeitura Municipal de Novo Hamburgo.

Com capacidade de atender 196 crianças, divididas em oito turmas, a escola é um espaço que foi construído para agregar uma perspectiva de futuro para a comunidade. A infraestrutura local conta com salas equipadas de acordo com a faixa etária, lactário, cozinha, biblioteca, área coberta e pracinha.

A escola promove projetos de educação ambiental, biblioteca, hora do conto, psicomotricidade e uma parceria com a comunidade, através da Pastoral da Criança, disponibilizando o espaço uma vez por mês para trabalhos que visam a saúde das crianças.

Stefany Lohana Damascena Jardim, 6 anos

"Aqui na escola estou aprendendo a ler e escrever. O que é muito bom, porque quando eu crescer quero ser dentista. Este era o sonho da minha tia e agora é o meu também."

Stefany Lohana Damascena Jardim, 6 anos aluna da turma F5, da EMEI Vila das Flores

EMEI Leonel de Moura Brizola

Inaugurada no dia 26 de setembro de 2014, a EMEI Leonel de Moura Brizola, parceria entre a Abefi e a Prefeitura Municipal de Novo Hamburgo, atende crianças de quatro meses a três anos, nos turnos manhã, tarde e integral, totalizando 172 vagas.

A metodologia adotada pela escola para organizar as experiências de aprendizagem ofertadas às crianças se caracteriza pela flexibilidade e pela compreensão de que o currículo na Educação Infantil precisa ser construído com a participação dos seus alunos. A educação e o cuidado com as crianças são realizados em parceria com as famílias e a sociedade.

Ariany Soares dos Santos, 4 anos

"Aprendo muito na escola. Estamos trabalhando sobre o corpo humano. Um dia também quero ser professora. Gosto muito da minha professora, que me trata com carinho."

Ariany Soares dos Santos, 4 anos aluna na EMEI Leonel de Moura Brizola

Centro de Defesa e Proteção Social Lar Padilha

Com objetivo ampliar o trabalho realizado pela Abefi no município de Taquara, foi inaugurado no dia 18 de julho de 2014, o Centro de Defesa e Proteção Social Lar Padilha. Atualmente atende crianças de zero a doze anos de idade em regime de acolhimento e jovens maiores de 18 anos vindos do Lar Padilha, que precisam de apoio para estruturação de suas vidas. Futuramente o centro pretende atender mulheres, protegidas pela Lei Maria da Penha.

As amigas inseparáveis -  S. M., 5 anos e L. S., 7 anos

"Nós gostamos muito de andar de balanço, bici e brincar de pega pega. As tias aqui do centro são muito legais, pois cuidam e brincam muito com a gente"

As amigas inseparáveis - S. M., 5 anos e L. S., 7 anos Acolhidas